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quarta-feira, 13 de julho de 2011

O medo do ALGO proibido.

É intenso e ao mesmo tempo simples essas vontade de não querer mais nada, de não querer ninguém. Nem mesmo aquele que amo.

O nosso lado sombrio se esconde atrás de uma falsa face de tranquilidade, meiguice e simpatia. As pessoas sempre vão te olhar, te julgar e te conhecer, não completamente, e algumas nem a ponto de faze-las mudarem de ideias, e sempre será nessa ordem: OLHAR, JULGAR E CONHECER. O que não entendo é que no meio dessa confusão de sentimentos e hormônios eu ainda posso escolher: o bem ou o mal , o certo ou errado. O sorriso dele ainda está em minha mente, seu beijo malicioso e ao mesmo tempo delicioso eu quero provar novamente, lembrar do toque de suas mãos quentes em minha pele gelada me causa calafrios, seus beijos em meu pescoço e o roçar de sua respiração em meu ouvido me deixam louca só de lembrar.

O seu perfume ainda está na minha roupa e o seu olhar de moleque na minha cabeça. Não sei dizer se é certo ou errado, mas é gostoso o que eu sinto agora. Essa maluquice, essa coisa nova, esse momento estranho. E a sua voz rouca dizendo em meu ouvido: VAMOS APROVEITAR ENQUANTO A TEMPO. Me arrepia tentar considerar a possibilidade de ter em meus braços novamente, de poder te acariciar e poder provar novamente essa fruta pecadora. Eu posso ter enlouquecido, mas à toda a regra existe uma exceção. E você foi a minha. Talvez seja esse seu jeito menino homem de puxar conversa de interesses universais me deixe curiosa ou até mesmo interessada em te querer mais perto. Ou mesmo o seu jeitinho protetor com que colocava seu corpo perto do meu para me esquentar do frio. Memória não me deixa esquecer, memória não me deixa quietar. Te quero mais perto, te quero mais quente e te quero mais meu. E não me importaria de ser taxada de louca, descontrolada , se fosse julgada por correr atrás de algo tão peculiar, tão raro. Você realmente fez arder uma  faísca em meus pensamentos, acendeu uma faísca na minha curiosidade e na minha imaginação. Malícia, carinho, calor, arrepios e tudo mais , é isso que sinto ao lembrar seu nome. Ao lembrar seu cheiro. Ao lembrar de você, assim todo proibido, todo chamativo, todo atraente.


Emily Cohen

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